EDIÇÃO ATUAL
v.6 n. 18 (2026)
EDITORIAL
Que venha 2026!
E é conveniente não deixar nada pendurado: nem duvidas, nem dívidas, nem interrogações, nem chateações, muito menos dissabores ou contrariedades. Que este seja um ano promissor e que a Humanidade se dispa de suas mazelas, hipocrisias, mediocridades e se revista de Sabedoria, Bondade e Solidariedade, tão cantadas no recente período natalino. Que a Esperança traga dias melhores, sem guerras, sem fome, sem assassinatos, sem corrupção, sem crimes de qualquer origem, nos ajudando a transformar “as velhas formas do viver”.
Os belos propósitos feitos, entre eles o de Harmonia e Paz, se realizem em nossos lares e entre as nações. Assim como, nossa Casa Comum seja cuidada por todos, para o bem de todos, com o empenho de cada um, em sua devida medida.
Nesse início de ano, fazemos um convite especial: vamos mexer um pouco em nosso baú cultural/intelectual. Vamos cascavilhar papéis escondidos, LPs guardados com sete chaves, dar uma geral em nossa humilde ou grandiosa biblioteca. Enfim, sugerimos que tente encontrar algo (disco, CD/DVD, Fita Cassete, …) de Gilberto Gil e uns bons textos (romance, conto, crônica, ...) de Luís Fernando Veríssimo. Eles nos ajudarão a encarar o mundo com beleza poética, típica de Gil e a relaxar com um humor original de Veríssimo, nossos homenageados do bimestre.
Portanto, desejamos uma boa leitura e vamos renovar cada vez mais nossa mentalidade, com a ajuda desses grandes artistas da “Palavra”.
Que venha 2026!

